Vila Pouca de Aguiar

Habitantes ................................ 14 100

Freguesias ................................ 17

Fogos ...................................... 7 200

Áreas ....................................... 422 Km2

Armas de prata, com ramo de três espigas de centeio em verde, atadas em ponta de vermelho e acompanhadas por duas abelhas de negro, realçadas de ouro.

 

Chefe, de azul, com uma águia aberta de ouro, realçada de negro. Em contra-chefe, monte de dois cômoros de negro, entre os quais passa um rio que se desdobra em dois, de três faixas ondeadas, duas de prata e uma de azul. Coroa mural de prata com quatro castelos.

 

Vila Pouca, à cabeça de uma extensa e fértil veiga, aberta entre as alturas da Serra da Padrela e do Alvão, é o nó rodoviário mais importante do norte, donde partem estradas para toda a geografia da província. É uma vila em franco desenvolvimento e dona de uma indústria notável de exploração de minas e pedreiras.

 

Ao longo da planura escorre mansamente, quase escondido, o Corgo, até se enfiar de cascata em cascata rumo a Vila Real. Faz fim à veiga o mundo áspero e pedregoso da Portela do Mesio, até às alturas da Samardã, mundo de recordações de Camilo Castelo Branco e da sua obra literária.

 

Tem a nobreza das velhas terras de Aguiar, sobranceiras ao primitivo e hoje recuperado castelo, alcandorado a uns penedos gigantes, junto à freguesia de Telões. São terras de nobres e brasonados solares, podendo visitar-se em Pensalves um Museu Particular de Coches de muita categoria.

 

Dentro da vila, onde possivelmente se construiu o primeiro agregado de habitações, encontra-se um edifício do século XVIII, sede dos antigos Paços do Concelho, mais tarde deslocados para o típico Palacete dos Silvas, a caminho da saída da vila.

 

Paços do Concelho

 

Sobre um monte sobranceiro e verdejante arvoredo, ergue-se a capela de Nossa Senhora da Conceição, donde se avista a melhor paisagem da zona.

 

Por toda a Lixa do Alvão, Chã das Arcas e serra da Padrela estendem-se os restos pré-históricos e as marcas de inscrições petróglifas, antas e castros, que o esquecimento e desmazelo foram deteriorando e esquecendo, mas que ainda hoje oferecem um testemunho rico do valor arqueológico da região.

 

Vale também admirarmos os trabalhos da exploração das riquezas do subsolo aurífero, muito anteriores aos próprios romanos e hoje parcialmente aproveitados, ocupando grandes zonas na freguesia de Jales, no lombo da serra da Padrela e mais longe em Tresminas, onde existe uma igreja estimável de raiz gótica e preciosa construção.

 

A caminho de Chaves, em Pedras Salgadas, entre frondoso parque e refinadas instalações, hoje em recuperação, emergem da terra umas águas, merecedoras de grande apreço a nível nacional, mercê do seu comprovado valor terapêutico.

 

Poucos quilómetros adiante, chegamos à vila de Vidago, cujo destino apareceu sempre ligado à exploração das suas Águas Termais, contempla-se a mais famosa estância termal do norte do país.

 

 

 

 

 

 

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