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Author: admin

Apresentação da Revista Aquae Flaviae nº71

No dia 22 de Janeiro às 17h 30m, no Auditório da Biblioteca Municipal de Chaves, em sessão presidida pela Drª. Paula Chaves, ilustre vereadora da Câmara Municipal de Chaves, apresentou o Grupo Cultural Aquae Flaviae o número 71 da Revista Aquae Flaviae. Mais uma edição que prossegue com os valiosos desígnios de divulgar aos presentes a pégada histórica, herança de antepassados, em valores patrimoniais, materiais e imateriais que é dever legar à geração futura.

Colectânea esta, composta por profusas e oportunas temáticas, entre as quais não seria perdoável omitir a ponderosa efeméride do bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco, insigne escritor de avultada e valiosa produção literária, muita dela inspirada no espaço geográfico do Alto-Tâmega, nomeadamente em Ribeira de Pena, Chaves, Montalegre e Boticas. Dada a importância de tão relevante facto, esta publicação, inicia com dois trabalhos em homenagem a este singular literato, 1º Visconde de Correia Botelho, título que lhe foi concedido por D. Luís.

O primeiro deles, da autoria do Director da Revista “NUMISMÁTICA” da Associação de Numismática de Portugal, Jaime M. M. Ferreira constitui um inédito estudo intitulado “200 Anos sobre o nascimento de Camilo (1825) e 135 Anos sobre a sua morte (†1890)” no qual, o autor, descreve e apresenta em imagem toda a Medalhística e Numismática, que ao longo dos anos foi produzida, em bem merecida homenagem a Camilo Castelo Branco.

“Como ela o amava”, outra produção literária de Camilo Castelo Branco, delicioso conto que figura na obra “Noites de Lamego”, editada em 1863, páginas etnográficas da inesquecível da memória de Basto, essa região ribeirinha do Tâmega.

O trabalho imediato, aprofundada investigação arqueológica intitulada “Os dólmenes do Alvão (Vila Pouca de Aguiar) e o seu intrigante espólio arqueológico” resulta da pena do Licenciado em Filosofia e Mestre em Cultura Portuguesa, Albertino Sousa, testemunhando cativantes características do ancestral povoamento da serra do Alvão.

A imediata temática tratada em Exposição 48 HORAS” resulta de interessante estudo incidente sobre um contracto datado de 1884, entre a Companhia das Águas das Pedras Salgadas e os carreteiros que, em carros de bois, no espaço temporal de 48 horas, transportavam os carregamentos de garrafas daquelas águas, desde as nascentes até à estação de comboios da Régua. Excelente colaboração entre Paula Morais, Curadora do Museu Pedras Experience e Cristina Carvas, Responsável da Associação Maronesa, oradoras convidadas desta apresentação.

“Entre Ideais e Resistências: da Revolução de 1820 à Consolidação da Nova Ordem Liberal em Portugal” de José Alfredo Faustino, notável “Investigador do CITCEM – Grupo “Pessoas, Mercados e Políticas” é o objecto desta prestigiada composição investigativa, cujas lutas civis originaram um regime liberal em Portugal. Mais uma componente histórica que evidencia como os populares de Chaves, juntamente com os militares do Regimento de Cavalaria 6, defenderam a Revolução Liberal e o Governo Supremo do Reino.

Estão também incorporadas, nesta edição, meritórias publicações fac-similadas, esgotadas no mercado, intituladas: Chaves na Revolta de 1808; A Capela de NossaSenhora do Pópulo; Adega Cooperativa de Chaves e Reprodução anotada do Livro de Fortalezas de Duarte Darmas por João de Almeida – Nótulas Flavienses, que reproduzem apontamentos de relevante dimensão histórica e social. Factos e patrimónios estudados e editados por um grupo de flavienses liderados pelo Dr. Francisco de Barros Teixeira Homem que, conjuntamente com Dr. Adalberto Teixeira, Padre António José Cerimónias, Dr. Constantino Torres Vouga, Dr. José Liberal Sampaio, Dr. Leopoldo Coelho Montalvão e Padre Manuel José Pita, integraram, como membros ilustres, a “Comissão Instaladora do Museu Regional e Biblioteca Erudita de Chaves”, nomeada pela Câmara Municipal, em sessão de 18 de Maio de 1929.

Nesta enumeração de factos históricos, não podia deixar de ser registada a importantíssima iniciativa da fundação da Escola do Magistério de Chaves, de João Barroso da Fonte, empolgado protagonista da dinâmica dessa fundação, conjuntamente com Miguel Pinto dos Santos e José Henrique Rodrigues Dias. Testemunho esse, constante do trabalho intitulado “Histórico da Escola do Magistério Primário em Chaves”. Árdua diligência que frutificou, se transformou em Polo Universitário e posteriormente foi assumindo outros desígnios.

Também,o conceituado flaviense José Luís Castor, professor e director executivo do ensino particular e cooperativo, participa neste número de Revista com um ilustrado trabalho, alusivo ao topónimo Chaves sob o título “Alternativa disruptiva para Chaves”, no qual referencia a tomada desta vila pelos Irmãos Chaves e associa o símbolo falante da cidade a variadas localidades, nomeadamente situadas na Galiza.

E finalmente, encerra esta publicação uma resumida biografia de “António Cirurgião, Ilustre Cidadão Português de Soutelinho da Raia”, inigualável percurso deste Professor Doutor nosso conterrâneo, que o resumido estudo, vertido nesta Revista, minimamente nos entreabre, daqui de Chaves, o Grupo Cultural Aquae Flaviae envia ao tão prestigiado Professor e Escritor uma imensa e grata saudação civilizacional de louvor, não só pela autoria da sua notável obra como pelos mundos onde distribuiu a nossa cultura.

Apresentação Revista Aquae Flaviae nº 69

No dia 21 de Fevereiro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Chaves, em sessão presidida pelo Dr. Nuno Vaz, ilustre Presidente da Câmara Municipal de Chaves, o Grupo Cultural Aquae Flaviae procedeu à apresentação do nº 69 da Revista Aquae Flaviae. Obra de homenagem ao insigne flaviense, Mestre José Firmino Morais Soares, tão dotado e dedicado às Artes Musicais, autor de numerosas composições. Uma dessas, a partitura intitulada Suite Aquae Flaviae, pelo valor e significado da sua devoção a Chaves,

é integralmente reproduzida nesta obra, com o objectivo de tal divulgação induzir a sua introdução nos repertórios de concertos dos mais conceituados mestres de orquestra.

Todavia, este número de Revista inclui três outros marcantes estudos temáticos incidentes sobre alargados valores civilizacionais.

No texto de abertura, figura o importante relato “Notícias de uma excursão Por Trás-os-Montes”, documento fac-simile da autoria de J. Leite de Vasconcelos, Trabalho elaborado pela preclara sabedoria e profunda erudição deste notável médico, linguista, filólogo, arqueólogo e etnógrafo, fundador do Museu Nacional de Arqueologia, quando em 1915, como professor, foi designado para presidir aos exames nos Liceus de Chaves e Bragança, oportunidade que aproveitou para visitar, descrever e obter imagens de lugares que conheceu, orientado, em cada um deles, pelas mais destacadas personalidades culturais da região.

O segundo estudo, intitulado “A(S) CHAVE(S), UM TERMO UNIVERSAL”, assume, nesta obra, investigação de excelente relevância ao proporcionar aos leitores o ensejo de reflectir sobre a amplitude linguística homonímica que o termo “Chaves” representa em numerosas áreas, nomeadamente da Bibliografia, Direito, Heráldica, Medicina, Música, Numismática, Telecomunicações, Informática, Veterinária, Zoologia e em tantos outros contextos… É seu autor Jaime Manuel Martins Ferreira, ilustríssimo Director da Revista Numismática.

O terceiro tema prossegue com a demonstração dos tão relevantes feitos do português João Rodrigues Cabrilho, de naturalidade muito disputada por Espanha, que o seu acrisolado biógrafo, João Soares Tavares, tudo tem empreendido no aprofundamento da investigação da sua real origem barrosã e na exploração do seu celebérrimo percurso de vida, bem marcado, como o primeiro europeu a explorar a Califórnia. Foi orador convidado para a apresentação da fascinante vivência do Maestro José Firmino de Morais Soares, o dilecto filho Dr. José Firmino Julião de Morais Soares, muito conhecedor e admirador da sua magistral obra musical.

 

Apresentação Revista Aquae Flaviae nº 69

é integralmente reproduzida nesta obra, com o objectivo de tal divulgação induzir a sua introdução nos repertórios de concertos dos mais conceituados mestres de orquestra.

Todavia, este número de Revista inclui três outros marcantes estudos temáticos incidentes sobre alargados valores civilizacionais.

No texto de abertura, figura o importante relato “Notícias de uma excursão Por Trás-os-Montes”, documento fac-simile da autoria de J. Leite de Vasconcelos, Trabalho elaborado pela preclara sabedoria e profunda erudição deste notável médico, linguista, filólogo, arqueólogo e etnógrafo, fundador do Museu Nacional de Arqueologia, quando em 1915, como professor, foi designado para presidir aos exames nos Liceus de Chaves e Bragança, oportunidade que aproveitou para visitar, descrever e obter imagens de lugares que conheceu, orientado, em cada um deles, pelas mais destacadas personalidades culturais da região.

O segundo estudo, intitulado “A(S) CHAVE(S), UM TERMO UNIVERSAL”, assume, nesta obra, investigação de excelente relevância ao proporcionar aos leitores o ensejo de reflectir sobre a amplitude linguística homonímica que o termo “Chaves” representa em numerosas áreas, nomeadamente da Bibliografia, Direito, Heráldica, Medicina, Música, Numismática, Telecomunicações, Informática, Veterinária, Zoologia e em tantos outros contextos… É seu autor Jaime Manuel Martins Ferreira, ilustríssimo Director da Revista Numismática.

O terceiro tema prossegue com a demonstração dos tão relevantes feitos do português João Rodrigues Cabrilho, de naturalidade muito disputada por Espanha, que o seu acrisolado biógrafo, João Soares Tavares, tudo tem empreendido no aprofundamento da investigação da sua real origem barrosã e na exploração do seu celebérrimo percurso de vida, bem marcado, como o primeiro europeu a explorar a Califórnia. Foi orador convidado para a apresentação da fascinante vivência do Maestro José Firmino de Morais Soares, o dilecto filho Dr. José Firmino Julião de Morais Soares, muito conhecedor e admirador da sua magistral obra musical.

No dia 21 de Fevereiro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Chaves, em sessão presidida pelo Dr. Nuno Vaz, ilustre Presidente da Câmara Municipal de Chaves, o Grupo Cultural Aquae Flaviae procedeu à apresentação do nº 69 da Revista Aquae Flaviae. Obra de homenagem ao insigne flaviense, Mestre José Firmino Morais Soares, tão dotado e dedicado às Artes Musicais, autor de numerosas composições. Uma dessas, a partitura intitulada Suite Aquae Flaviae, pelo valor e significado da sua devoção a Chaves,